Entidades sem finalidades de lucros -
Contabilidade
As
Resoluções CFC nºs 838/1999 e 877/2000 aprovaram as NBC-T 10.18 e a
NBC-T 10.19, que estabelecem critérios e procedimentos específicos de
avaliação, de registros dos componentes e variações patrimoniais e
de estruturação das demonstrações contábeis, e as informações mínimas
a serem divulgadas em nota explicativa das entidades sem finalidades de
lucros.
Destina-se,
também, a orientar o atendimento às exigências legais sobre
procedimentos contábeis a serem cumpridos pelas pessoas jurídicas de
direito privado sem finalidade de lucros, especialmente entidades
beneficentes de assistência social (Lei Orgânica da Seguridade
Social), para emissão do Certificado de Entidade de Fins Filantrópicos,
da competência do Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS).
As
entidades sem finalidade de lucro são aquelas em que o resultado
positivo não é destinado aos detentores do patrimônio líquido e o
lucro ou prejuízo são denominados, respectivamente, de superávit ou déficit.
As
entidades sem finalidade de lucros exercem atividades assistenciais, de
saúde, educacionais, técnico- científicas, esportivas, religiosas,
políticas, culturais, beneficentes, sociais, de conselhos de classe e
outras, administrando pessoas, coisas e interesses coexistentes e
coordenados em torno de um patrimônio com finalidade comum ou comunitária.
Essas
entidades são constituídas sob a forma de fundações públicas ou
privadas, ou sociedades civis, nas categorias de entidades sindicais,
culturais, associações de classe, partidos políticos, ordem dos
advogados, conselhos federais, regionais e seccionais de profissões
liberais, clubes esportivos não-comerciais.
Aplicam-se
às entidades sem finalidade de lucros os Princípios Fundamentais de
Contabilidade, bem como as Normas Brasileiras de Contabilidade e suas
Interpretações Técnicas e Comunicados Técnicos, editados pelo
Conselho Federal de Contabilidade.
Para
efeito de uniformidade e de bom entendimento, deve-se sempre que possível
utilizar as terminologias encontradas na contabilidade empresarial. Isso
costuma facilitar o entendimento das pessoas que já estão acostumadas
à forma e ao linguajar da vida nas empresas em geral.
3.1
- Regime de Competência
Para
os custos, despesas, obrigações e riscos, deve-se definitivamente
utilizar os mesmos critérios utilizados na contabilidade empresarial.
Cada custo e despesa deve ser apropriado no momento de sua ocorrência,
em função do seu fato gerador contábil e não em decorrência do seu
reflexo nas disponibilidades.
Assim
sendo, devem ser devidamente provisionados os salários e encargos, férias
e 13º salário, os créditos incobráveis, as depreciações e amortizações
devidamente lançados, os juros a pagar, etc. Devem também ser
apropriados os pagamentos antecipados em função da competência, como
os seguros, as assinaturas, os aluguéis, etc.
No
tocante às receitas devem ser registradas à medida que os serviços
produzidos são prestados, ou seja, entregues a terceiros. As receitas
de aplicações financeiras também serão apropriadas em função do
seu ganho econômico (competência) e não apenas quando do recebimento.
Em
relação às receitas oriundas de mensalidade, doações, contribuições
e outras formas de captação de recursos, se esses valores representam
um direito efetivo de recebimento, a entidade deve todo mês lançar no
seu ativo o valor relativo ao período e apropriá-lo em receita.
Todavia, o normal nessas instituições é ocorrer muita oscilação
nesses recebimentos e os dados anteriores não permitirem a adoção de
qualquer base de cálculo dos valores recuperáveis, não restando outra
alternativa senão a de fazer as apropriações dessas receitas à base
do regime de caixa.
As
receitas e despesas devem ser reconhecidas, mensalmente, respeitando os
Princípios Fundamentais de Contabilidade, em especial os Princípios da
Oportunidade e da Competência, observado o seguinte:
I
- as entidades sem finalidade de lucros devem constituir provisão em
montante suficiente para cobrir as perdas esperadas, com base em
estimativas de seus prováveis valores de realização, e baixar os
valores prescritos, incobráveis e anistiados;
II
- as doações, subvenções e contribuições para custeio são
contabilizadas em contas de receita;
III
- as doações, subvenções e contribuições patrimoniais, inclusive
as arrecadadas na constituição da entidade, são contabilizadas no
patrimônio social;
IV
- as receitas de doações, subvenções e contribuições para custeio
ou investimento devem ser registradas mediante documento hábil;
IV
- os registros contábeis devem evidenciar as contas de receitas e
despesas, superávit ou déficit, de forma segregada, quando identificáveis
por tipo de atividade, tais como educação, saúde, assistência
social, técnico-científica e outras, bem como comercial, industrial ou
de prestação de serviços;
V
- as receitas de doações, subvenções e contribuições recebidas
para aplicação específica, mediante constituição ou não de fundos,
devem ser registradas em contas próprias segregadas das demais contas
da entidade;
VI
- o valor do superávit ou déficit do exercício deve ser registrado na
conta “Superávit ou Déficit do Exercício” enquanto não aprovado
pela assembléia dos associados; e após a sua aprovação deve ser
transferido para a conta “Patrimônio Social”;
VII
- as entidades beneficiadas, caso não tiverem usufruído a isenção de
tributos e contribuições, devem registrar suas receitas e despesas,
com e sem gratuidade, de forma segregada, e os benefícios fiscais
gozados como se não gozassem de isenção.
4.1
- Reavaliações do Imobilizado
As
entidades poderão utilizar-se da prática da reavaliação de bens toda
vez que o ativo permanente tiver seu valor de mercado superior ao valor
líquido contábil pelo qual o bem está registrado. Para esse efeito
deverão ser utilizados laudos de entidades ou profissionais estranhos
à entidade.
4.2
- Depreciação, Amortização e Exaustão
Pelo
fato dessas entidades não estarem sujeitas às limitações fiscais,
previstas pela legislação do Imposto de Renda, para a apropriação
dos encargos de depreciação, amortização ou/e exaustão, devem então,
com base em laudo de empresas ou profissionais especializados, fixar
percentuais e demais critérios para uma boa medição da vida útil de
seus ativos e desses encargos.
5.
DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
As
demonstrações contábeis que devem ser elaboradas pelas entidades sem
finalidade de lucros são as determinadas pela NBC-T 3 - Conceito, Conteúdo,
Estrutura e Nomenclatura das Demonstrações Contábeis, e a sua divulgação.
5.1
- Balanço Patrimonial
Para
elaboração do balanço patrimonial, poderá ser utilizada a mesma
classificação da Lei das S/A, substituindo-se a conta “Capital”
por “Patrimônio Social” ou “Fundo Social”, integrante do grupo
“Patrimônio Líquido”, e a conta “Lucros” ou “Prejuízos
Acumulados” por “Superávit ou Déficit do Exercício”.
5.2
- Demonstração do Resultado
Nas
entidades sem finalidade de lucro a denominação da demonstração do
resultado pode ser alterada para Demonstração do Superávit ou Déficit.
Essa demonstração deve evidenciar, de forma segregada, as contas de
receitas e despesas.
5.3
- Demonstração Das Mutações do Patrimônio
Essa
demonstração poderá ser utilizada substituindo-se o termo patrimônio
líquido pelo termo patrimônio social, para explicar detalhadamente a
diferença entre o patrimônio inicial e final.
5.4
- Demonstração Das Origens e Aplicações de Recursos
Se
a entidade elaborar a demonstração das origens e aplicações de
recursos, a palavra resultado deve ser substituída pela expressão
superávit ou déficit.
As
demonstrações contábeis devem ser complementadas por notas
explicativas que contenham, pelo menos, as seguintes informações:
a)
o resumo das principais práticas contábeis;
b)
os critérios de apuração das receitas e das despesas, especialmente
com gratuidades, doações, subvenções, contribuições e aplicações
de recursos;
c)
as contribuições previdenciárias relacionadas com a atividade
assistencial devem ser demonstradas como se a entidade não gozasse de
isenção, conforme normas do Instituto Nacional do Seguro Social
(INSS);
d)
as subvenções recebidas pela entidade, a aplicação dos recursos e as
responsabilidades decorrentes dessas subvenções;
e)
os fundos de aplicação restrita e responsabilidades decorrentes desses
fundos;
f)
evidenciação dos recursos sujeitos a restrições ou vinculações por
parte do doador;
g)
eventos subseqüentes à data do encerramento do exercício que tenham
ou possam vir a ter efeito relevante sobre a situação financeira e os
resultados futuros da entidade;
h)
as taxas de juros, as datas de vencimento e as garantias das obrigações
a longo prazo;
i)
informações sobre os tipos de seguro contratados;
j)
as entidades educacionais, além das notas explicativas, devem
evidenciar a adequação das receitas com as despesas de pessoal,
segundo parâmetros estabelecidos pela Lei das Diretrizes e Bases da
Educação e sua regulamentação;
k)
as entidades beneficiadas com isenção de tributos e contribuições
devem evidenciar, em Notas Explicativas, suas receitas com e sem
gratuidade de forma segregada, e os benefícios fiscais gozados.
6.
PLANO DE CONTAS - MODELO
Reproduzimos
abaixo um modelo de plano de contas aplicável às entidades sindicais,
associações e clubes, observando que cada profissional deverá
proceder as adaptações necessárias, para que o mesmo satisfaça às
exigências específicas de cada entidade.
1.1.
ATIVO CIRCULANTE
1.1.1. Disponibilidades
1.1.1.1. Caixa
1.1.1.2. Bancos c/ Movimento
1.1.1.3. Aplicações Financeiras
1.1.2. Créditos de atividades sociais/lazer
1.1.2.1. Mensalidades
1.1.2.2. Promoções
1.1.2.3. Bingos
1.1.3. Almoxarifado
1.1.3.1. Material de escritório
1.1.3.2. Material de limpeza
1.1.3.3. Material esportivo
1.1.3.4. Medicamentos
1.1.4. Adiantamentos a Funcionários
1.1.4.1. Adiantamento p/ Viagens
1.1.4.2. Adiantamento p/ Despesas
1.1.4.3. Adiantamento de Salários
1.1.4.4. Adiantamento de 13º Salário
1.1.4.5. Adiantamento de Férias
1.1.5. Adiantamentos a Terceiros
1.1.6. Impostos e Contribuições a Recuperar
1.1.6.1. COFINS a Recuperar
1.1.6.2. PIS a Recuperar
1.1.6.2. CSLL a Recuperar
1.1.7. Despesas a Apropriar
1.1.7.1. Prêmios de Seguros
1.1.7.2. Encargos Financeiros
1.1.7.3. Assinaturas de Publicações
1.1.7.4. Aluguéis e Arrendamentos
1.2. ATIVO REALIZÁVEL A LONGO PRAZO
1.2.1. Títulos a Receber
1.2.1.1. Créditos c/ Associados
1.2.1.2. Créditos c/ Diretores
1.2.2. Depósitos judiciais
1.3. ATIVO PERMANENTE - INVESTIMENTOS
1.3.1. Participações Societárias
1.4. ATIVO IMOBILIZADO
1.4.1. Imóveis
1.4.2. Móveis e Utensílios
1.4.3. Veículos
1.4.4. Máquinas e Equipamentos
1.4.5. Recursos Naturais
1.4.5.1. Florestas
1.4.6. Marcas, Direitos e Patentes
1.4.6.1. Direito de Uso de Telefone
1.4.7. (-) Depreciação, Amortização e Exaustão Acumuladas
1.4.8. Quadro de atletas
1.4.8.1. Atletas profissionais
1.4.8.2. Atletas amadores
1.5. ATIVO DIFERIDO
1.5.1. Gastos Pré-Operacionais
1.5.1.1. Formação de atletas
2.1.
PASSIVO CIRCULANTE
2.1.1. Empréstimos e Financiamentos
2.1.2. Fornecedores
2.1.3. Impostos e Contribuições a Recolher
2.1.3.1. PIS
2.1.3.2. CSLL
2.1.3.3. COFINS
2.1.3.4. IRRF
2.1.3.5. INSS
2.1.3.6. FGTS
2.1.3.7. Contribuição Sindical
2.1.4. Contas a Pagar
2.1.4.1. Salários
2.1.4.2. Honorários
2.1.4.3. Fretes e Carretos
2.1.4.4. Gratificações
2.1.4.5. Aluguéis
2.1.4.6. Energia Elétrica
2.1.4.7. Telefone
2.1.4.8. Água e Esgoto
2.1.4.9. Seguros
2.1.5. Provisões
2.1.5.1. Provisão p/ Férias
2.1.5.2. Provisão p/ 13º Salário
2.2. PASSIVO EXIGÍVEL A LONGO PRAZO
2.2.1. Obrigações com Terceiros
2.2.2. Tributos parcelados
2.3. RESULTADO DE EXERCÍCIOS SEGUINTES
2.3.1. Receitas patrimoniais
2.3.2. Arrendamentos
2.3.3. Promoções
2.4. PATRIMÔNIO SOCIAL
2.4.1. Fundo patrimonial
2.4.2. Reservas de reavaliação
2.4.2.1. Imóveis
2.4.2.2. Passes de atletas
2.4.3. Subvenções
2.4.4. Resultados sociais
2.4.6.1. Superávits Acumulados
2.4.6.2. Déficits Acumulados
2.4.6.3. Superávit/déficit do exercício
I
- sugerimos abaixo um elenco de contas de resultado para a atividade
sindical e associações:
3.
RECEITAS
3.1. Mensalidades e contribuições
3.1.1. Mensalidades de associados
3.1.2. Contribuições sindicais e assistenciais
3.2. Doações e subvenções
3.3. Promoções
3.4. Cursos e palestras
3.5. Outras Receitas
3.5.1. Variações Monetárias Ativas
3.5.2. Juros ativos
3.5.3. Depósitos Judiciais
3.5.4. Recuperação de despesas
3.6. Receitas patrimoniais
3.6.1. Aluguéis e Arrendamentos
3.6.2. Participações em eventos
3.7. Receitas extraordinárias
3.7.1. Vendas de bens patrimoniais
4.
CUSTOS E DESPESAS
4.1. Custos
4.1.1. Organização de cursos e palestras
4.1.2. Assistência social
4.1.3. Anúncios e publicações
4.1.4. Outros custos
4.2. Despesas de Pessoal
4.2.1. Honorários de Diretores
4.2.2. Ordenados e Salários
4.2.3. Prêmios e Gratificações
4.2.4. Férias
4.2.5. 13º Salário
4.2.6. INSS
4.2.7. FGTS
4.2.8. Assistência Médica
4.2.9. Viagens e Representações
4.2.10. Transporte de Empregados
4.2.11. Programa de Alimentação do Trabalhador
4.2.12. (-) Recuperações
4.3. Despesas administrativas
4.3.1. Combustíveis
4.3.2. Manutenção de Veículos
4.3.3. Propaganda e Publicidade
4.3.4. Brindes
4.3.5. Depreciações e Amortizações
4.3.6. Aluguéis
4.3.7. Despesas Legais e Judiciais
4.3.8. Serviços de Terceiros
4.3.9. Cursos, eventos e promoções
4.3.10. Auxílios e doações
4.4. Despesas Tributárias
4.4.1. IPTU
4.4.2. IPVA
4.4.3. Tributos e Contribuições
4.4.4. Multas Fiscais
4.4.5. Juros s/ Tributos e Contribuições
4.5. Utilidades e Serviços
4.5.1. Luz
4.5.2. Água e Esgoto
4.5.3. Telefone
4.5.4. Seguros
4.5.5. Materiais e Suprimentos
4.5.6. Material de Escritório
4.5.7. Material de Higiene e Limpeza
4.5.8. Assinatura de jornais e revistas
4.5.9. Manutenção e reparos
4.6. Despesas Financeiras
4.6.1. Variações Monetárias Passivas
4.6.2. Juros Passivos
4.7. Despesas extraordinárias
4.7.1. Custo de bens vendidos
II
- sugerimos abaixo um elenco de contas de resultado para um clube
esportivo:
3.
RECEITAS
3.1. Receitas de atividades esportivas
3.1.1. Rendas de competições
3.1.1.1. Amistosos
3.1.1.2. Campeonato brasileiro
3.1.1.3. Copa Brasil
3.1.1.4. Torneios em geral
3.1.2. Receitas de transmissões esportivas
3.1.2.1. Amistosos
3.1.2.2. Campeonato brasileiro
3.1.2.3. Copa Brasil
3.1.2.4. Torneios em geral
3.1.3. Receitas de transações de atletas
3.1.3.1. Empréstimos de atletas
3.1.4. Outras receitas
3.1.4.1. Ajudas de custo
3.1.4.2. Loteria esportiva
3.2. Receitas de atividades sociais e lazer
3.2.1. Mensalidades de sócios
3.2.2. Bingos
3.2.3. Eventos e promoções
3.2.4. Escolinha de futebol
3.2.5. Natação e hidroginástica
3.2.6. Saunas e piscinas
3.2.4. Recuperação de despesas
3.3. Receitas patrimoniais
3.3.1. Aluguéis de espaços para eventos
3.3.2. Aluguéis de quadras esportivas e campos de futebol
3.3.3. Participações em eventos
3.4. Outras receitas
3.4.1. Exploração da marca do clube
3.4.2. Patrocínios
3.4.3. Subvenções e doações
3.4.4. Recuperação de despesas
3.5. Receitas extraordinárias
3.5.1. Vendas de bens patrimoniais
3.5.2. Negociação de atletas
4.
CUSTOS E DESPESAS
4.1. Custos
4.1.1. Aluguéis de passe de atletas
4.1.2. Torcidas organizadas
4.1.3. Aluguéis de estádios
4.1.4. Arbitragens e autoridades
4.1.5. Exames antidoping
4.1.6. Taxas federações e confederações
4.1.7. Transportes
4.1.8. Premiações
4.1.9. Promoções e eventos
4.2. Despesas de Pessoal
4.2.1. Honorários de Diretores
4.2.2. Ordenados e Salários
4.2.3. Prêmios e Gratificações
4.2.4. Férias
4.2.5. 13º Salário
4.2.6. INSS
4.2.7. FGTS
4.2.8. Assistência Médica
4.2.9. Viagens e Representações
4.2.10. Transporte de Empregados
4.2.11. Programa de Alimentação do Trabalhador
4.2.12. (-)Recuperações
4.3. Despesas administrativas
4.3.1. Combustíveis
4.3.2. Manutenção de Veículos
4.3.3. Propaganda e Publicidade
4.3.4. Brindes
4.3.5. Depreciações e Amortizações
4.3.6. Aluguéis
4.3.7. Despesas Legais e Judiciais
4.3.8. Serviços de Terceiros
4.3.9. Eventos e promoções
4.4. Materiais
4.4.1. Combustíveis e lubrificantes
4.4.2. Materiais de jardinagem
4.4.3. Materiais esportivos
4.4.4. Materiais de limpeza e higiene
4.4.5. Materiais médico e cirúrgicos
4.4.6. Materiais para piscinas e saunas
4.4.7. Materiais para vestiários
4.4.8. Peças e acessórios para manutenção
4.4.9. Uniformes
4.4.10. Utensílios de copa e cozinha
4.4.11. Material publicitário
4.4.12. Outros materiais
4.5. Serviços de terceiros
4.5.1. Serviços prestados por pessoa física
4.5.2. Serviços prestados por pessoa jurídica
4.6. Despesas Tributárias
4.6.1. IPTU
4.6.2. IPVA
4.6.3. Tributos e Contribuições
4.6.4. Multas Fiscais
4.6.5. Juros s/ Tributos e Contribuições
4.7. Despesas gerais
4.7.1. Luz
4.7.2. Água e Esgoto
4.7.3. Telefone
4.7.4. Seguros
4.7.5. Lanches e refeições
4.7.6. Material de Escritório
4.7.7. Material de Higiene e Limpeza
4.7.8. Assinatura de jornais e revista
4.7.9. Correios
4.8. Despesas Financeiras
4.8.1. Variações Monetárias Passivas
4.8.2. Juros Passivos
4.9. Custos e despesas extraordinárias
4.9.1. Custo de bens vendidos
4.9.2. Custo de atletas negociados
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